Como abrir ou montar uma escola de culinária


Como abrir ou montar uma escola de culinária
Imagem: Como abrir ou montar uma escola de culinária  |  © Emprega Brasil

Como abrir ou montar uma escola de culinária de sucesso, sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Escola de culinária

FICHA TÉCNICA
Tipo de atividade: ensino
Produtos: cursos.
Investimento: R$ 90 mil.

O prazer de preparar e degustar uma comida saborosa desperta há muitos anos a curiosidade das pessoas que apreciam a arte da culinária. Atualmente, esse hábito tem-se disseminado ainda mais e atrai consumidores e empresários que gostam de conhecer e experimentar pratos e costumes típicos de várias regiões brasileiras e de outros países.

OPORTUNIDADE. Por ensinar o processo da criação gastronômica, uma escola de culinária é uma boa oportunidade de negócio para os empreendedores atentos ao potencial desse mercado. A tendência, atualmente, está voltada para a cozinha light, com menos calorias e baixo teor de colesterol.

ESPAÇO FÍSICO. Montar uma “sala” de aula adequada significa dispor de uma cozinha espaçosa, com paredes revestidas de azulejos até dois metros do chão, além de piso cerâmico liso, resistente e impermeável.

EQUIPAMENTOS. As mesas e balcões podem ser revestidos com laminado plástico, aço ou granito – o importante é que todo o material também seja impermeável.

FORNECEDORES. Os produtos, em geral, são adquiridos de fornecedores selecionados e precisam ser manuseados e armazenados corretamente para impedir qualquer tipo de contaminação e deterioração. Em geral, os fornecedores são os atacadistas e supermercados.

INVESTIMENTO. Aproximadamente R$ 90 mil reais.

DIVULGAÇÃO. Para promover o negócio, o empreendedor tem como opções enviar mala direta, distribuir panfletos e anunciar em jornais de bairro. Para vencer a concorrência é aconselhável aproveitar as datas festivas (Natal, Páscoa e Feriados) para organizar cursos especiais. O empresário pode investir na formação de turmas fechadas ou especializar-se em determinados cardápios.

CASO DE SUCESSO. Lúcia de Aguiar, dona de casa até um tempo atrás, tinha seus dotes culinários constantemente elogiados pela família. Aliada ao marido, Cézar de Aguiar, juntaram o talento com a percepção de que o assunto comida está mesmo em alta entre os brasileiros. O casal evitou, porém, a solução óbvia de abrir mais um restaurante numa cidade de poderosa tradição gastronômica com São Paulo. Preferiu iniciar uma Escola de Culinária, o Cooking Center, numa ampla casa do Brooklin, Zona Sul da capital paulista. Claro que ninguém dá um salto desses apenas confiando no talento. Consultor e empresário do ramo automobilístico, Cézar de Aguiar sabe que minimizar riscos é um dos fundamentos dos negócios. Fez isso de duas formas: trouxe como sócio para o empreendimento o também empresário José Luis Albertin e, sobretudo, sondou previamente o mercado.
“Descobrimos que nosso projeto estava certo e devia ser destinado, principalmente, à classe média, com muita diversidade de cursos”, conta. Dezenas deles – de técnicas de congelamento a culinária japonesa – são oferecidos pela empresa, que convida especialistas para ministrar as aulas.

Endereços na Internet:

http://www.wkcozinha.com/index.htm

http://www.apis.com.br/yamanaka/japao/culinaria.htm

http://www.nett.com.br/fruto-doce

Referências:
SebraeIBGEDIEESEIPTInstituto DatafolhaInstituto IBOPEWikipédia, Jornal EstadãoJornal Folha de S.PauloJornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.

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