Ideias de Negócios

Como fazer cosméticos – Veja como montar fábrica de cosméticos

 

 

 

By  | 22/10/2017

Saiba como montar uma fábrica de de cosméticos lucrativa, gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro com estética, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

 

Fabricação de cosméticos

 

HISTÓRICO. A preocupação com a aparência existe desde tempos pré-históricos, quando rostos pintados e corpos tatuados serviam para afugentar maus espíritos e agradar os deuses. É no antigo Egito que vamos encontrar os primeiros testemunhos do uso de cosméticos; os faraós tinham nas perucas coloridas formas de distinção social. Os egípcios consideravam a maquilagem dos olhos ponto de destaque fundamental para evitar olhar diretamente para Rá, o deus–sol. Assim misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres.

 

No século XVI a preocupação com higiene pessoal foi deixada de lado, o que ironicamente contribuiu para o crescimento do uso de perfumes. Pintar os lábios é moda desde o século XVII, quando as pomadas coloridas tornaram-se acessíveis e seguras. Mas somente no século XX, com os avanços da indústria química fina, os cosméticos se tornam produtos de uso geral.

 

Na década de 70 as cores de maquilagem tornaram-se populares, e é no final da década de 80 que entram em lançamento as fórmulas evoluídas para cosméticos pigmentados.

 

Mercado – Fabricação de cosméticos

 

Apesar dos surtos recessivos da década de 90, o Brasil registrou um aumento no consumo daqueles produtos da ordem de 73%, criando muitos empregos na indústria, comércio e vendas de porta em porta.

TIPOS. São quatro os tipos de firmas que têm autorização para trabalhar com cosméticos:
– Empresa importadora;
– Empresa local;
– Empresa Exportadora;
– Empresa Distribuidora.

FORMALIZAÇÃO. A formalização exige:
– Cadastro Nacional de Pessoa jurídica (CNPJ);
– Inscrição Estadual;
– Alvará da Vigilância Sanitária;
– Um responsável técnico (químico, farmacêutico e / ou engenheiro químico).

REGISTRO. Além disso, esses produtos precisam ser registrados na Vigilância Sanitária, que para isso exige:
– Formulário de petição de autorização ;
– Comprovante de pagamento de preço público;
– Cópia de autorização de funcionamento da empresa;
– Cópia de contrato de fabricação de terceiros (se a produção for terceirizada);
– Procuração do representante legal (se for o caso);
– Dados gerais da empresa;
– Cópia de licença de funcionamento estadual e informações técnicas do artigo.

 

Normas básicas – Fabricação de cosméticos

 

A boa prática da fabricação de cosméticos exige ainda a observância de algumas normas básicas:

– Pessoas que estejam com inflamações ou infecções não podem trabalhar na área de produção, para evitar a contaminação dos produtos;

– Todos os funcionários devem evitar atos não higiênicos, como coçar a cabeça, colocar os dedos na boca, etc., sem esquecer da necessidade de lavar as mãos após o uso do banheiro;

– Os cabelos devem estar totalmente cobertos por toucas e, dependendo do produto a ser preparado , é preciso usar máscaras e outros equipamentos de proteção.

– O edifício e as instalações têm de oferecer facilidade de manutenção e limpeza, devendo também, estar dimensionado, para evitar contaminação na fabricação por entrada de roedores, pássaros, insetos, etc. e evitar que sanitários e vestiários tenham comunicação direta com a área de produção. As paredes e teto precisam ser lisos, laváveis e impermeáveis, de cor clara e com cantos arredondados.

– O piso será antiderrapante, lavável, impermeável e resistente ao fluxo (tráfego).

– Os outros setores da fábrica, como os de embalagem, rotulagem, armazenamento e distribuição, além dos próprios equipamentos também requerem cuidados.

 

Produção – Fabricação de cosméticos

 

Uma indústria de cosméticos pode produzir preparações para a pele (cremes, loções, géis), e para os cabelos (shampoo e condicionadores).

Cremes. Os cremes e loções são dispersões de duas fases (oleosas e aquosa) que se misturam e precisam de um emulsionante para formar o sistema único e homogêneo.

Podem ser de dois tipos: óleo / água ou água e óleo. No primeiro, a água engloba o óleo e não atua como engordurante. Já no segundo acontece o contrário ( é a fase oleosa que se junta a fase aquosa) e o produto resultante terá o efeito engordurante, sendo normalmente usado em peles secas.

Tanto os cremes como as loções são geralmente constituídos de agentes doadores de consistência umectante (que evitam o ressecamento), conservantes, antioxidante, emulsionantes e água.
Gel. O gel, por sua vez é uma preparação semi-sólida, composta e partículas coloidais que ficam dispersas ( não se sedimentam). Tem sido muito usado em cosméticos por ser facilmente espalháveis, não gorduroso e apropriado tanto para peles oleosas quanto mistas.

Shampoo. A composição dos shampoo inclui principalmente agentes de limpeza(tensoativos ), estabilizadores de espuma, espessante , conservantes, essências e corretores de pH.

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Condicionadores. Já os condicionadores são constituídos de tensoativos catiônicos, conservantes e essência. Tanto os shampoos como os condicionadores podem ser do tipo neutro, para cabelos oleosos, secos ou normais ou especiais ( anticaspa).

 

CONTROLE DE QUALIDADE. O controle de qualidade destes produtos é feito por meio de testes microbiológicos e de centrífuga ( determinação de prazo de validade por variação de temperatura).

 

INVESTIMENTOS. O capital necessário devera cobrir a compra dos equipamentos (Agitador, filtro para tratamentos de água, máquinas para envasamento, esterilizador, seladora. Etc..), a contratação de mão de obra, mínimo de funcionários (6 manipuladores, 1 boy, 1 entregador, 1 profissional de limpeza e 1 secretária), além da estrutura (galpão, escritório, etc..).

 

SUGESTÕES. Levando em conta a complexidade do negócio e da própria fabricação, sugere-se que, antes de partir efetivamente para a implantação do empreendimento, desenvolva-se a fórmula do produto dentro dos princípios descritos e análises e possibilidades de produzir artesanalmente o cosmético escolhido, antes de se preocupar com a montagem de uma operação industrial, como também, uma avaliação prévia da concorrência, do perfil do futuro consumidor e dos motivos que poderiam levá-lo a trocar marcas já conhecidas por uma nova e dos diferencias dos produtos a ser fabricado perante os já existentes.

 

Processos Produtivos – Fabricação de cosméticos
– Shampoo
Os componentes utilizados na formulação estão classificados na figura abaixo, com as respectivas matérias primas sugeridas de acordo com sua função:
1 = Componentes 2 = Matérias-primas sugeridas 3 = Funções

A
1- Tensoativos Principais
2- Lauril éter sulfato de sódio, Lauril éter sulfato de triatanolamina
3- Detergência e espuma

B
1- Tensoativo secundário
2- Dietanolamina de ácido graxo de coco
3- Espessante, estabilizante de espuma

C
1- Espessante
2- Cloreto de sódio
3- Controlador de viscosidade

D
1- Aditivos especiais
2- Proteína hidrolizada, extrato vegetal hidrolizado, acetato de tocoferol, óleo vegetal hidrolizado
3- Princípios ativos, Emolientes

E
1- Fragrância
2- Essência de ervas hidrolizada
3- Perfumar os cabelos e couro cabeludo

F
1- Dispersante
2- Água deionizada
3- Atua na dissolução do produto

G
1- Preservante
2- p- Hidróxido benzoato de metila
3- Combate o crescimento microbiano no produto

H
1- Regulador de pH
2- Ácidos cítricos
3- Neutralização

I
1- Corantes
2- Amarelo Tartazina, Rodamina B
3- Melhoram a aparência do produto, mascarando a cor

J
1- Seqüestrante
2- Ácido etilenodiaminotetrosódico
3- Coadjuvante para a transparência e estabilizante de cor

– Shampoo (PARA CABELOS NORMAIS)
A. Lauril éter sulfato de sódio = 22.00% P/P
Lauril éter sulfato de trietanolamina = 5.00% P/P
Dietanolamina de ácido graxo de coco = 3.00% P/P

B. Proteína hidrolizada = 1.00% P/P
Preservante (nipagim) = 0.15% P/P
Água deionizada = q.s.p.100.00% P/P

C. Essência = q.s
Corante = q.s
Ácido cítrico – sol. 40% (pH 6.5 – 7.0) = q.s
Cloreto de sódio = q.s

– Shampoo (PARA CABELOS SECOS)
A. Lauril éter sulfato de sódio = 17.00% P/P
Lauril éter sulfato de amônio = 3.00% P/P
Dietanolamina de ácido graxo de coco = 2.50% P/P

B. Lanolina hidroxilada = 1.00% P/P
Extrato vegetal de Aloe Vera = 1.20% P/P
Preservante (nipagim) = 0.15% P/P
Água deionizada = q.s.p.100.00% P/P

C. Essência = q.s
Corante = q.s
Ácido cítrico – sol. 40% (pH 6.5 – 7.0) = q.s
Cloreto de sódio = q.s

– Shampoo (PARA CABELOS OLEOSOS)
A. Lauril éter sulfato de sódio = 20.00% P/P
Lauril éter sulfato de trietanolamina = 10.00% P/P
Dietanolamina de ácido graxo de coco = 2.00% P/P

B. Extrato vegetal de hortelã = 1.00% P/P
Extrato vegetal de camomila = 1.20% P/P
Preservante (nipagim) = 0.15% P/P
Água deionizada = q.s.p.100.00% P/P

C. Essência = q.s
Corante = q.s
Ácido cítrico – sol. 40% (pH 6.5 – 7.0) = q.s
Cloreto de sódio = q.s

– Creme Rinse
De modo geral, pode-se esquematizar a seguinte formulação qualitativa:
1 = Componentes 2 = Matérias Primas sugeridas 3 = Funções

A
1- Tensoativo
2- Cloreto etil dimetil amônio
3- Antiestático, emulsionante e emoliente

B
1- Agente engordurante
2- Álcool ceto-estearílico, vaselina sólida
3- Espessante e emoliente

C
1- Regulador de pH
2- Ácido cítrico
3- Ajustar o caráter ácido do produto

D
1- Fragrância
2- Essência de ervas hidrolizada
3- Perfumar os cabelos e couro cabeludo

E
1- Corantes
2- Amarelo tartazina, Rodamina B
3- Melhorar a aparência do produto

F
1- Preservante
2- p-Hidróxido benzoato de sódio
3- Combate o crescimento bacteriano

G
1- Dispersante
2- Água deionizada
3- Atua na dissolução e dispersão do produto

– Creme Rinse
A. Álcool ceto – estearílico = 2.70% P/P
Álcool de lanolina etoxilado e acetilado = 0.50% P/P
Parafina sólida USP = 1.00% P/P

B. Cloreto de etil dimetil amônio = 1.20% P/P
Conservante (Nipagim) = 0.15% P/P
Água deionizada = q.s.p.100.00% P/P

C. Essência = q.s
Ácido cítrico – sol. 40% – (pH 3.5 – 4.5) = q.s

– Creme Hidratante
Pode-se esquematizar a seguinte formulação quantitativa:
1 = Componentes 2 = Matérias Primas sugeridas 3 = Funções

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A
1- Tensoativo
2- Dietileno glicol mono estearato A/E
3- Emulsionante

B
1- Sobre engordurantes
2- Álcool de lanolina acetilado, Álcool ceto estearílico, Óleo mineral
3- Impedem ressecamento da pele

C
1- Emolientes
2- Éster de lanolina, Palmitato de isopropila
3- Promovem flexibilidade da pela, auxilia o espalhamento e absorção

D
1- Dispersante
2- Água destilada
3- Veículo de emulsão O/A

E
1- Umectantes
2- Glicerina, Extrato glicólico de Aloe Vera, Extrato glicólico de Algas Marinhas
3- Efeito hidratante

F
1- Seqüestrante
2- Ácido etilenodiaminotetrasódico
3- Estabilizante de reações metálicas

G
1- Preservantes
2- Metil-p-Hidroxibenzeno de sódio, Propil-Hidroxibenzoato de sódio
3- Estabilizante de reações biológicas

H
1- Antioxidante
2- Butil hidroxitolveno – (BHT)
3- Estabilizante de reações de oxidação

I
1- Perfumante
2- Composição aromática de rosas
3- Exalar aroma característico

– Creme Hidratante
A. monoesterato de glicerina A/E = 10.00% P/P
Álcool ceto-estearílico A/E = 5.00% P/P
Álcool de lanolina etoxilado = 2.00% P/P
Óleo mineral USP 70 = 3.00% P/P
Éster de lanolina = 2.50% P/P
Palmitato de isopropila = 5.00% P/P

B. Glicerina USP = 4.00% P/P
Água deionizada = q.s.p.100.00% P/P

C. Seqüestrante (Sequestrene) = 0.05% P/P
Antioxidante (BHT) = 0.01% P/P
Preservantes (Nipagin) = 0.15% P/P
(Nipazol) = 0.05% P/P

D. Extrato glicólico de Aloe Vera = 1.50% P/P
Extrato glicólico de algas marinhas = 1.00% P/P

E. Essência = q.s

– Bronzeador As formas cosméticas que se apresentam no mercado são as mais variadas, podendo ser soluções aquosas, oleosas, pomadas, bastões, etc.
As emulsões, por sua vez, podem ser O/A (óleo em água) ou A/O (água em óleo), dependendo do emulsionante utilizado. Entre as matérias primas utilizadas destacam-se, em particular como componente ativo, os filtros solares.

– Protetor Solar
Padronizações relacionadas abaixo:
1 = Característica da Pele 2 = Categoria de Proteção 3 = FPS 4 = Descrição do Produto

A
Tipo de Pele – I (cat. 5)
1- Queima sempre fácil, nunca bronzeia muito, com pele sensível
2- Ultra proteção solar – categoria 5
3- < 15
4- Muito mais proteção, não permite bronzeamento

B
Tipo de Pele – I (cat. 4)
1- Queima sempre fácil, nunca bronzeia muito, com pele sensível
2- Máxima proteção solar – categoria 4
3- < 15
4- Máxima proteção, permite pouco ou nenhum bronzeamento

C
Tipo de Pele – II
1- Queima sempre fácil, mínimo bronzeamento (pele sensível)
2- Extra proteção solar – categoria 3
3- 6 – 7
4- Extra proteção, permite limitado bronzeamento

D
Tipo de Pele – III
1- Queima moderada, gradual bronzeamento (pele normal – cor marrom clara – morena)
2- Moderada proteção solar – categoria 2
3- 4 – 5
4- Moderada proteção, permite algum bronzeamento

E
Tipo de Pele – IV
1- Queima mínima, bronzeamento (pele normal – cor marrom moderado)
2- Mínima proteção solar – categoria 1
3- 2 – 3
4- Mínima proteção, permite bronzeamento

F
Tipo de Pele – V
1- Queima raramente, profuso bronzeamento (pele sensível – cor marrom escura)
2- Mínima proteção solar – categoria 1
3- 2
4- Mínima proteção, permite maior bronzeamento

G
Tipo de Pele – VI
1- Nunca se queima, Pigmentação forte
2- Desnecessária

Considerações:
– O tipo de formulação a ser desenvolvida influi na eficiência dos filtros solares;
– A solubilidade compatível dos produtos ao meio, contribuem para o aumento do FPS;
– A combinação de alguns filtros também conferem maior proteção à pele contra o excessivo bronzeamento, devendo ser compatíveis entre si.

– Protetor Solar – FPS- 4
A. Monoestearato de glicerina A/E = 4.00% P/P
Estearina 3P = 2.00% P/P
Óleo minera USP-70 = 5.00% P/P
Palmitato de isopropila = 2.00% P/P
Lanolina anidra = 1.00% P/P

B. Trietanolamina = 1.00% P/P
Glicerina USP = 3.00% P/P
Água deionizada = q.s.p.100.00% P/P

C. Sequestrante (Sequestrene) = 0.05% P/P
Antioxidante (BHT) = 0.01% P/P
Preservantes (Nipagim) = 0.15% P/P
(Nipazol) = 0.05% P/P

D. Filtro Solar 4.00% P/P

E. Essência q.s

Obs.: essa formulação adapta-se ao tipo básico de emulsões para uso geral. Neste caso, sua função é específica devido a presença do filtro solar.

– Gel após Barba
– Fase 1
Água desmineralizada q.s.p. = 100,00
EDTA Dissódico = 0,20
Alantoína = 0,20
– Fase 2
Carbomer 940 (sol. Disp. 2%) = 23,50
– Fase 3
Propilenoglicol = 5,00
ALOE VERA 200:1 = 0,20
BARDANA HS = 2,00
Corante q.s.p.
Diazolidinil uréia = 0,30
– Fase 4
CETIOL HE = 0,50
Essência = 0,20
EUMULGIN L = 2,00
Álcool Etílico = 5,00
– Fase 5
NaOH (solução à 20%) = pH=6,5-7,0

– Gel Fixador Para Cabelo
Fases – Matérias-primas – %
01 – Água desmineralizada – q.s.p. 100,00
01 – Carbopol 940 – 0,50
01 – Corante – q.s.p
01 – Glicerina – 5,00
02 – EUMULGIN HRE 40 – 2,00
02 – Essência – q.s.p.
03 – PVP / PVA – 1,00
03 – Água desmineralizada – 10,00
04 – conservante – q.s.p.
04 – PLANTAREN 2000 – 2,00
05 – Trietanolamina – pH 5,5 – 6,5

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– Redutor de Adiposidade
Fases – Matérias-primas – %
01 – Água desmineralizada – q.s.p. 100,00
01 – Carbopol 934 (sol 2%) – 20,00
01 – Propilenoglicol – 5,00
01 – Conservante – q.s.p.
02 – HYDRENOL D – 4,50
02 – CUTINA MD – 2,50
02 – CETIOL SB 45 – 1,00
02 – CETIOL LC – 2,00
02 – EUMULGIN K 68 B – 1,00
02 – DIMETICONE – 1,00
03 – PHYTOAMINO – 2,00
03 – Água desmineralizada – 10,00
04 – Trietanolamina – pH 6,0 – 6,5

 

Legislação Específica

 

LEI 5.991 de 17.12.73 – Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de cosméticos.
LEI 6.360 de 23.09.76 – Dispõe sobre a vigilância a que ficam sujeitos os cosméticos.
Decreto nº 793/93 – altera os decretos nº 74.710/74 e nº 79.094/77, que regulamentavam as respectivas leis, e da outras providências.
LEI 9.782 de 26.01.99 – Cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, orgão fiscalizador.
ENTIDADES
ABIPLA – Assoc. Brasil. Ind. Prod. de limp. e Afins
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903, conj. 101 – São Paulo – (SP)
CEP 01452-001
Tel: (0xx11) 3816-3405

 

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
SEPN, 515, Bl-b, Ed-Omega – Brasília – (BR)
CEP 70770-502
Tel: (0xx11) 448-1326/1327/1303/1321

 

ABC – Associação Brasileira de Cosmetologia
Rua Ana Catharina Randi, 25, Jd. Petrópolis – São Paulo/SP
CEP 04637-130
Tel.: (0xx11) 240-5466

 

. ABIHPEC – Associação Brasileira da Ind. de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos
END: Av Paulista, 1313 – CJ 901, Bela Vista – São Paulo/SP
CEP 01311-923
TEL: (0xx11) 251-1999 (0xx11) 3080-5055
FAX: (0xx11) 287-9207
E-Mail: abihpec@wm.com.br

 

FORNECEDORES

 

. IONQUÍMICA IND. E COM. LTDA.
Av. Vereador José Diniz, 3707, conj.41 – Campo Belo – São Paulo – (SP)
CEP 04603-004
Tel. (0xx11) 5536-9911

 

MANE DO BRASIL
Rua Ubaíra, nº 70, Indianópolis – São Paulo – (SP)
CEP 04517-140
Tel. (0xx11) 5542-7333

 

CONSOLID – Consollid Indústria e Comércio Ltda
END.: Rua Porto Calvo, 77/83 Ponte Pequena, São Paulo – SP
CEP 01109-070
Fone: (0_11) 227-0988 Fax: (0_11) 227-0988
Email: consolid@consolid.com.br
Site: www.consolid.com.br

 

CASA DAS ESSÊNCIAS LTDA
END. Rua Silveira Martins, 78 – São Paulo – SP
CEP 01019-000
Fone: (0_11) 3104-2725 Fax: (0_11) 3104-2725

 

BARALAN INTERNATIONAL
END.: R. Rocha Pombo, 730 CURITIBA – PR
CEP 8530290
Fone: (0_41) 252-5287 99960128 Fax: (0_41) 252-5287

 

. FARMAPLAST INDÚSTRIA DE EMBALAGENS PLÁSTICA LTDA
END.: R Monte Alegre 442, Suave Recanto, Cotia – SP
CEP 06710-610
Fone: (0_11) 4612-2700 Fax: (0_11) 4612-2274
Email: farmaplast@farmaplast.com.br

 

Endereços na Internet:

 

Assoc. Bras. Indust. prod. De Limp. e Afins
http://www.abipla.org.br

Agência Nacional de Vigilância Sanitária
http://www.anvisa.gov.br
Referências:

SebraeIBGEDIEESEIPTInstituto DatafolhaInstituto IBOPEWikipédia, Jornal EstadãoJornal Folha de S.PauloJornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.

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