Ideias de Negócios

Como montar uma empresa de Encadernação de Livros

 

 

 

By  | 11/12/2017

Ganhe muito dinheiro com encadernação de livros, fascículos, coleções, etc. Veja como montar uma empresa de Encadernação de Livros com pouco dinheiro e sem cometer erros. Aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Serviços (secundário).
Ramo de Atividade: Indústria Gráfica.
Tipo de Negócio: Encadernação
Produtos Produzidos: Encadernação de livros, fascículos, coleções, etc.

Encadernação de livros

História

A encadernação de livros, hoje considerada uma arte, era praticada pelos monges copistas na Europa da Idade Média. Naquela época, apenas o clero e os nobres detinham o conhecimento da leitura e da escrita, um poder que ficou enfraquecido após a invenção da imprensa por Gutemberg.

Perfil do Empreendedor

Habilidade manual apuradíssima, criatividade e bom gosto são os pré-requisitos básicos para quem pretende ingressar no ramo de fabricação artesanal de cadernos, pastas, agendas e outros artigos de papelaria.

Investimento inicial

Abrir uma oficina de cadernos artesanais não exige grande investimento, pois os equipamentos mais caros – prensa e guilhotina ou facão – podem ser substituídos pelo próprio trabalho manual.É possível, ainda, recorrer a serviços de terceiros.

Além do mais, não é difícil adquirir equipamentos de segunda mão, o que reduz bastante a necessidade financeira do empreendimento. Inclua, necessariamente nessa lista um curso de um mês na área gráfica.

Equipamentos

Os principais equipamentos são:  prensa, furadeira, par de sargentos, duas tábuas de fórmica, tesouras, estiletes, dobradeira.

Matéria-prima

O que não pode faltar mesmo são cola, papelão para a capa e percalux para o acabamento, além dos papéis. Nesses itens, a criatividade fala mais alto: papel de parede, papel reciclado e tecido constituem alguns exemplos do grande leque de opções para personalizar o trabalho.

Além disso considere a aquisição de lixas, cola, agulhas, linhas, papel sulfite e percalux – material plástico para revestimento.

Enfim, com bom gosto e capricho, vale quase tudo na hora de conseguir um produto diferenciado.

Fornecedores

A compra da matéria-prima e os serviços necessários à produção dos artigos de papelaria é outro ponto chave do empreendimento. Como é absolutamente inviável adquirir os papéis diretamente do fabricante, dadas as pequenas quantidades do produto que são empregadas, o jeito é recorrer aos distribuidores, o que acaba encarecendo o preço final.

Como é enorme o número de empresas que distribuem esses materiais, a dica é fazer muita pesquisa de preço e não dispensar o auxílio da lista telefônica.

No mais, é importante manter-se atualizado sobre as técnicas de encadernação e sobre os novos papéis lançados no mercado, em especial a linha de reciclados, atualmente de forte apelo comercial.

Lucratividade

Nos meses de setembro a novembro as encomendas de agendas e brindes de fim de ano elevam consideravelmente o faturamento e que por tratar-se de atividade artesanal, alcança lucros relativamente altos que podem chegar a 80%.

Perfil do cliente

A encadernação de livros traz bom retorno, há grande procura e pouca concorrência, garantem os empresários do ramo, sendo os principais clientes as bibliotecas públicas e particulares, empresas, associações, clubes e editoras.

Normas

Para a fabricação de cadernos escolares existe a norma NBR 6045 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Esta norma tem por objetivo, fixar condições exigíveis de cadernos grampeados ou costurados quanto ao formato, gramatura do papel usado no miolo e na capa, fabricação, número de folhas, impressão, acabamento e acondicionamento. Para a fabricação artesanal de cadernos, não há nenhuma norma específica.

Produtos de Encadernação

1. Encadernação de livros de capa dura

O processo comumente conhecido como “Capa Dura” ou simplesmente encadernação, é o método tradicional para encadernação de um livro. É também o processo mais durável e o mais caro. Depois de dobradas e colecionadas em forma de cadernos, as folhas impressas são costuradas. Uma das formas de costura mais conhecidas é a “Smyth”. Nela a linha atravessa a lombada de cada caderno ou lateral e em seguida o livro inteiro a 3 mm da lombada. Colam-se a seguir as quatro páginas de guardas na margem da lombada no primeiro e último caderno.

Como a sua função é prender o livro à capa, as guardas são feitas normalmente com um papel mais pesado que o papel de miolo. Refila-se então o livro nos três lados e coloca-se cola na lombada para reforçar os pontos de costura. A seguir dá-se ao dorso um contorno plano ou arredondado, dependendo da escolha do planejador gráfico. Depois cola-se uma tira de gaze em toda a extensão da lombada para reforço.

Enquanto se preparam os cadernos, em outra parte da gráfica estão sendo feitas as capas. Essas capas nada mais são do que duas peças de papelão, cobertas com tecido, couro ou papel de encadernação. Nelas são gravados ou impressos o nome do livro, do autor e da editora. O livro é então encaixado na capa e as guardas são colocadas na parte interna das capas, num processo denominado encaixe.

Os livros são em seguida colocados numa prensa hidráulica especial para secagem. Depois de secos, são inspecionados, recebem uma capa e, finalmente, embalados para despacho. Alguns livros, depois de costurados, recebem uma capa mole (feita de um papel com gramatura superior a do miolo) em vez de capa dura. É importante lembrar que somente a capa dura é considerada uma encadernação.

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Matéria Prima

Linha Urso nº 0 ou nº1; 1 agulha grossa; Cola branca; 1 Prensa e 1 peso; 2 folhas dobradas que servirão de guarda ( folhas encontradas no início e no fim do livro); e 1 Pedaço de gaze para colar no dorso.

Fornecedores

Esse material poderá ser encontrado em papelarias ou lojas especializadas.

Processo

Faça guardas com um papel grosso e branco. Elas funcionam como proteção às páginas, são encontradas tanto no início quanto no fim do livro e devem ser dobradas de modo que fiquem do tamanho de uma página do volume. Em cada lado irão duas folhas como se fossem um fascículo. Junte os cadernos (as folhas de papel) e coloque-os numa prensa ou entre duas tábuas com um peso de 5 Kgs sobre um delas; Em seguida, deixe uma distância de 2 cm entre o pé e a cabaça do livro (respectivamente a parte mais baixa e mais alta do livro quando em posição de leitura); Marque com um lápis linhas de igual distância entre si na lombada do volume; Fure de cima para baixo com uma agulha grossa, cada fascículo nas marcas feitas, até atingir as folhas centrais.

Retire o volume da prensa e inicie a costura: a partir da última guarda, enfie a agulha no primeiro furo à esquerda. Continue com os pontos até chegar à extremidade esquerda; Deixe alguns centímetros de linha para arrematar com o próximo caderno e quando puxar as costura para firmar os pontos, puxe na direção dos mesmos para não rasgar as páginas. Verifique se todo o corpo do volume foi costurado. Passe cola plástica em toda costura com um pincel no sentido centro-extremidades e espere secar.

Retoques

Faça o arredondamento da lombada (ela facilitará o abrir e fechar do livro) com um martelo, batendo na lombada do volume de forma a afastar as extremidades do centro. Não deixe saliências na lombada formadas por linhas em volume.

Quanto às rebarbas de cola, retire as saliências com uma lâmina. Recorte dois pedaços de capitel (fita de arremate) e cole nas extremidades da lombada. Corte as sobras de capitel e deixe o restante fixado somente na área das lombadas. Corte um pedaço de gaze ou papel kraft com cerca de 8 centímetros a mais que a largura da lombada.

O comprimento será o mesmo, subtraídos os centímetros ocupados pelos capitéis. Cole a gaze ou papel na lombada. Coloque entre as guardas e as folhas vizinhas, uma folha de jornal. Espalhe cola com um pincel, na frente dessas guardas, de modo uniforme. Coloque uma folha de papel entre as guardas e o volume, prensando-os em seguida a fim de secar bem a cola. Aguarde e só depois retire o volume da prensa. Verifique se realmente está tudo seco e em perfeitas condições para ser usado.

Acabamento

É trabalho do planejador especificar o material para o revestimento da capa do livro. Atualmente, os livros são encadernados com uma grande variedade de materiais, indo desde coberturas tradicionais como papel ou tecido às mais exóticas, como seda, veludo, aniagem ou até mesmo metal. Para escolher o material mais adequado o planejador deve considerar não apenas os aspectos estéticos, tais como cor e textura, mas também o acabamento dos materiais. É o acabamento que dá ao material corpo, força, durabilidade e capacidade de impressão.

Alguns revestimentos são gravados em relevo, para criação de texturas especiais. Isto é particularmente comum na utilização de papel e plástico, que podem ser gravados imitando a textura do linho, da pele ou do couro, além de apresentar padrões decorativos.
Outros materiais podem ser impressos antes da encadernação. Neste caso, são impressas múltiplas imagens em uma larga folha de pano ou papel para cada livro especialmente tratados. A folha, depois cortada no tamanho da capas individuais.

Os materiais para revestimento são encontrados em rolos, folhas ou bobinas cortadas especialmente para máquinas de montagem de capas. A largura do material para revestimento é determinada pelo tamanho do material a ser encadernado, a fim de que se alcance o menor desperdício possível. De modo geral, quanto mais largo o rolo, mais econômico será o uso do material e da utilização da máquina, por conseqüência, menor o custo por capa.

Materiais para revestimento

Os materiais para revestimento podem ser divididos em duas categorias principais: os tecidos e os não-tecidos (incluindo aí papel e sintéticos).

1. TECIDO.

O básico para quase todas as encadernações é o algodão. Ele existe em diversas gramaturas, mas produzir um pano branco de alta qualidade para livros exige uma série de procedimentos que devem ser executados a fim de que eles sejam branqueados, suas impurezas removidas, tornando-se dessa modo mais absorventes.

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Após a etapa de branqueamento, o tecido recebe uma camada de goma (similar à usada em lavanderias) ou piroxilina da mesma cor do tecido (o tecido preenchido com goma é um material de encadernação costumeiro, de baixo custo). No caso da utilização da goma, que o torna impermeável, existem inconvenientes como o de manchar facilmente com água ou mesmo com a umidade das mãos, além de ser considerada guloseima para traças, baratas e ratos.

A alternativa é a utilização da piroxilina, líquido plástico que tanto pode ser injetado no pano (piroxilina impregnada), quanto aplicado em camadas (piroxilina em camada, que apesar de mais forte é a mais cara). É a piroxilina que dá mais força, durabilidade e resistência à umidade e aos insetos.

Tipos de acabamentos

É possível reproduzir nos tecidos (principalmente naqueles tratados com piroxilina) muitas texturas além das descritas a seguir, mas é importante observar que os fabricantes dispõem de mostruários com diversos tipos de panos, acabamentos e cores e que embora a maioria das empresas fabrique produtos similares, são utilizadas diferentes marcas não só para cada tipo de pano, mas também para cada acabamento. Isto pode tornar confusas as comparações.

O tecido pode ser acabado de inúmeras maneiras, que podem lhe conferir variados aspectos:

  • Efeito de linho: Aplica-se goma ou piroxilina à superfície do pano branqueado, depois raspa-se de maneira que as linhas brancas apareçam, dando ao pano aparência de linho. Este pano é facilmente reconhecível pelo fato do lado oposto mostrar pouca cor e permanecer praticamente branco;
  • Efeito de veludo: Para um acabamento semelhante ao veludo, o pano branqueado é inicialmente tingido, para aproximar-se à cor da goma ou piroxilina, antes que estes sejam aplicados. Como as linhas tem a mesma cor do acabamento, depois de raspadas não se mostram como no acabamento de linho. Isto dá ao pano uma aparência idêntica a um acabamento em cor chapada. Reconhece-se este acabamento pelo fato do lado oposto ser similar à cor da superfície;
  • Efeito natural: Mais uma vez o pano branqueado é tingido, para assemelhar-se à cor do acabamento. Desta vez, entretanto, a goma ou piroxilina é aplicada somente no lado oposto do pano, e este não é calandrado, de forma que a superfície reterá tanto quanto possível a textura “natural”.
2. NÃO–TECIDOS (No-woven):

Esta categoria inclui tanto as capas de papel como as sintéticas e representa o segmento de maior crescimento na indústria dos materiais para capas. A razão principal é o seu custo. É mais barato encadernar um livro com papel ou sintético do que com pano e além do mais, os livros em brochura e os livros de bolso não precisam de sobrecapa, já que ela é impressa diretamente na capa.

Dividimos os materiais não-tecidos em três categorias:

  • Papel: Este é o material de capa mais barato, mas também o mais fraco. É basicamente um papel kraft resistente que foi branqueado e/ou tingido. Entretanto, como o pano, ele pode ser acabado para aumentar a força e a durabilidade, cobrindo-se a folha com plástico, acrílico, vinil ou piroxilina. O acabamento não só aumenta a força da folha, mas melhora a entintagem, e portanto a capacidade de impressão. Para aumentar a variedade, os papéis podem ser sobreimpressos com padrões ou gravados para dar aparência de linho, pele, couro ou uma larga variedade de texturas decorativas. Os papéis tipo 1 são muito utilizados para brochuras e livros encadernados. Os papéis para encadernação são avaliados pela espessura e pelo peso em gramas por metro quadrado;
  • Papel reforçado: Neste caso, o papel base, ou substrato, foi reforçado com a adição de polímeros ou resinas à pasta que lhe deu origem. Como no papel comum, a folha pode ser posteriormente reforçada com camadas de acrílico, vinil ou piroxilina e ainda gravados ou sobreimpressos. O papel reforçado é muito usado para brochuras e livros encadernados.
  • Fibra sintética: Este material para capas não é nem pano nem papel, e sim fabricado a partir de fibras não naturais. No momento só há um material nesta categoria, que é o ““Tyvek””, da DuPont. É um dos materiais mais fortes e duráveis entre todos os conhecidos para revestimentos. As fibras sintéticas são transformadas em fios sobre uma folha e depois agrupados por calor e pressão. O resultado é uma folha robusta, resistente ao manuseio e às manchas. Devido às fibras de fios e à falta de sentido de fibra, é extremamente difícil de rasgar. A sua brancura e a capacidade de retenção da tinta a tornam adequada para impressão policromática, depois de receber uma camada apropriada. O “Tyvek” pode ser impresso em tipografia, serigrafia ou flexografia, mas tem a desvantagem de requerer tintas especiais para impressão. As comumente usadas contêm solventes que podem causar efeitos indesejáveis. Encontra-se o “Tyvek” em diversos estilos, cores, padrões impressos e texturas gravadas, com ou sem camada. No entanto, todos os “Tyvek”s usados para encadernação de livros são com camada pelo menos de um lado. Uma exceção para as categorias acima são os cartões feitos com vinil, geralmente utilizados nos fichários de folhas removíveis.
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Outros materiais a serem utilizados

Além de decidir sobre o material a ser usado como revestimento, o planejador poderá participar das decisões a respeito das guardas, gravação, papelão (em alguns casos) e cabeceados.

1. Papelões para encardenação

  • Papelão colado: Feito de cavacos colados, ele é produzido a partir de pequenas lascas de papelão coladas com um adesivo muito forte. A maioria dos livros é feita com papelão colado, mais adequado para livros que recebem manuseio normal;
  • Papelão de massa única: Mais pesado e mais rígido que o papelão colado, o papelão de massa única é um papelão sólido, feito de pasta na espessura total em uma única operação. É de alta qualidade, possuindo apenas uma camada, com densidade 50% superior à do papelão colado. Livros textos, mais manuseados, devem ser encadernados com papelão de massa única.

2. Guardas

São as folhas dobradas que se põem no começo e no fim do livro encadernado, unindo a capa ao volume. Elas são normalmente mais pesadas que as páginas do miolo já que tem como função manter o miolo unido à capa. As guardas típicas tem 120 g/m2 de peso e são feitas com papel de fibras especiais, escolhidas por sua força. Uma segunda função das guardas é a estética: elas podem ser muito atrativas. Por isso, encontram-se guardas em diversas cores e acabamentos. E podem também ser pré-impressas.

3. Lâminas e pigmentos

Após o revestimento do papelão e antes de o livro ser encapado, normalmente as capas são gravadas com o título do livro, o nome do autor e o da editora.

O método mais comum para isso é a gravação a quente da capa com lâmina metálica ou pigmento, nos tons prata, ouro, cobre, alumínio e em diversas cores, opacas ou brilhantes.

O planejador, ao selecionar as cores deve estar ciente que a cor do material de encadernação influirá na cor final da gravação e que algumas lâminas gravam melhor que outras, dependendo do tipo de material de encadernação (algumas, por exemplo, são planejadas especialmente para gravar sobre plástico). Para evitar erros, o planejador deve ter em mãos uma amostra feita com o material especificado para encadernação e com a lâmina metálica.

4. Cabeceados

São pequenas tiras de pano que ressaltam ligeiramente do pé e da cabeça da parte interna da lombada. Sua função é principalmente estética. Quando um livro é encadernado, o pé e a cabeça da lombada podem ter uma aparência inacabada quando os cadernos são encadernados e colados. Os cabeceados, muito coloridos, tendem a “vestir” essas áreas.

Sites afins

SENAI – Escola Theobaldo De Nigris: www.sp.senai.br/graf/publi.htm
ABER – Associação Brasileira de Encadernação e Restauro: www.aberg.org.br
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas: www.abnt.org.br
Encadernação TCC: www.ngvirtual.com.br
Aro Print Gráfica Digital: www.aroprint.com.br
Encadernação em Capa Dura‎: www.encadernadoradecastro.com.br

 

Referências:
SebraeIBGEDIEESEIPTInstituto DatafolhaInstituto IBOPEWikipédia, Jornal EstadãoJornal Folha de S.PauloJornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.

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1 Comment

  1. GUALTER BERDIAEFF HUMAYTÁ

    outubro 18, 2016 at 1:52 am

    Parabéns!
    Achei de muito importante o trabalho de vocês. Fiquei maravilhado com as idéias e dicas. Continuem esse trabalho cidadão. Um abraço!

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