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Ideias de negócios

Pisos Cerâmicos – Saiba como fazer gastando pouco

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Saiba como fazer Pisos Cerâmicos gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro com fabricação de pisos, pastilhas, lajotas e azulejos, aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Industrial
Tipo de Negócio: Fabricação de pisos cerâmicos
Produtos Ofertados/Produzidos: Pisos, pastilhas, lajotas, azulejos, etc.

Pisos Cerâmicos

São elementos rígidos da construção, que às vezes trabalham solidariamente com lajes ou contrapisos; em casos onde tensões importantes possam ser transferidas para o revestimento cerâmico (flechas, movimentações higrotérmicas, etc), requer-se a adoção de detalhes especiais, como juntas de movimentação, camada de separação, etc.
Também para compensar movimentações higrotérmicas e da própria retração do material de assentamento, é indispensável manter-se um afastamento (junta) entre as peças assentadas, prevenindo-se destacamentos dos ladrilhos por movimentações diferenciadas entre a base e o revestimento.

As juntas de assentamento não podem ser consideradas estanques, exigindo camadas
impermeabilizantes em áreas sujeitas a constante presença de água (box de chuveiro, etc.).

Os pisos cerâmicos devem ser concebidos em função de diversas exigências técnicas e funcionais, como coordenação dimensional, rugosidade superficial, resistência a impactos e à abrasão, aderência com a base, resistência a agentes químicos, etc.

Processo de fabricação

Os ladrilhos cerâmicos podem ser fabricados por extrusão ou prensagem, com ou sem esmaltação, com superfícies lisas ou rugosas. Podem ainda, a partir de matérias-primas especiais, apresentar boa resistência a ácidos (ladrilhos antiácidos).

Em função do grau de vitrificação da massa cerâmica, os ladrilhos apresentam diferentes níveis de absorção de água (AA) :

. Grupo I : A . A  3%
. Grupo IIa : 3% < A . A  6%
. Grupo IIb : 6% < A . A  10%
. Grupo III : A . A > 10%

A resistência à abrasão dos ladrilhos cerâmicos não esmaltados é avaliada pelo volume do material removido com o agente abrasivo. Já os esmaltados são avaliados em função do número de ciclos em que surgem as primeiras falhas no esmalte ( ensaio executado de acordo com o método PEI – Porcelain Enamel Institute – USA):

. Grupo 1 : Nº de ciclos PEI = 150
. Grupo 2 : Nº de ciclos PEI = 600
. Grupo 3 : Nº de ciclos PEI = 750 ou 1.500
. Grupo 4 : Nº de ciclos PEI = 2.100, 6.000, 12.000
. Grupo 5 : Nº de ciclos > 12.000

Resistência ao ataque químico- (amônia, água sanitária, ácidos cítrico e clorídrico, etc.) há que se considerar as diferentes concentrações dos produtos em ambientes domésticos ou industriais. Para as diferentes concentrações, previstas na normalização, os ladrilhos são classificados
em:

. Classe A : não sofrem ataque químico
. Classe B : sofrem ataque moderado
. Classe C : sofrem ataque acentuado

Resistência a manchas (impregnação com iodo, óleo de oliva, etc.): os ladrilhos são classificados de 5 ( mancha removida simplesmente com água quente) a 1 ( impossibilidade de remoção com agentes de limpeza fortes, solventes, etc.)

Processo fabricação de azulejos

A composição da massa dos azulejos normalmente é semelhante a de outros produtos de cerâmica branca, constituindo-se de uma mistura de matérias-primas plásticas, como argilas, caulins e filitos, e não-plásticas, como quartzo, calcita e dolomita. Essas matérias-primas, já na granulometria adequada, são moídas a úmido em moinho de bolas de grandes dimenões, de onde se obtém uma suspensão, que é então transferida para tanques de mistura, nos quais são adicionados reagentes químicos para que suas propriedades sejam ajustadas.

Dos tanques o material é levado para o atomizador, onde é eliminada quase toda a água utilizada para moagem e homogeneização, numa operação que ajusta a umidade e granula a massa concomitantemente.
A massa granulada é depositada em silos, até o momento de ser prensada na forma de placas quadradas ou hexagonais.
O corpo prensado e seco é queimado em temperaturas ao redor de 1150ºC, obtendo-se, assim, o chama do “biscoito”, que recebe, a seguir, sobre uma das faces, a decoração e a camada de vidrado, cuja fixação depende de nova queima, a temperaturas de cerca de 950ºC. Esse processo é chamado de biqueima.

Para obtenção de azulejos lisos, o vidrado é aplicado diretamente sobre o biscoito, conferindo-lhe a cor e o brilho desejados. Para obtenção de azulejos decorados, é prática mais comum, aplicar-se primeiro a decoração sobre o biscoito e depois o vidrado.(neste caso sempre transparente), procedendo-se em seguida, a segunda queima.

Processo de fabricação de pisos, pastilhas e lajotas

Os materiais cerâmicos para revestimento de pisos, são fabricados a partir de misturas de matérias-primas, tais como argilas, filito, calcita, dolomita, feldspato e talco. Alguns tipos de pisos sào feitos apenas a partir de argilas.
As principais etapas do processo de fabricação desses produtos, estão esquematizadas no fluxograma.
No sistema mais simples, as matérias-primas são moídas a seco e granuladas, seguindo-se a prensa gem, secagem e queima. Por esse processo obtêm-se os pisos cerâmicos não-vidrados. Quando esses pisos, já queimados, recebem as camadas de decoração e de vidrado, devem ser submetidos à nova queima. Por esse processo são fabricados os chamados pisos obtidos por biqueima.

Um outro sistema, mais sofisticado, consiste na moagem das matérias-primas a úmido, em moinho de bolas, o material então é transferido para tanques com agitação mecânica, onde adicionam-se defloculantes para correção da viscosidade da suspensão. Esta é bombeada para o atomizador, que seca e granula o material.
Após armazenagem em silos para homogeneização da umidade, a massa sêca e granulada é transferida para as prensas, que conferem as dimensões desejadas às peças.

Depois de sêcas, as peças podem seguir dois trajetos. No primeiro, recebem a camada de decoração e de vidrado, sendo submetidas à queima em fornos túneis. Esse sistema fornece os pisos vidrados por monoqueima.
No segundo trajeto, as peças são queimadas em fornos túneis, de onde obtém-se o “biscoito”, que recebe, então, a camada de decoração e de vidrado, seguindo-se uma segunda queima. Por esse processo obtêm-se os pisos vidrados por biqueima.

Processo de fabricação de pastilhas

A fabricação de pastilhas cerâmicas, baseia-se na mesma tecnologia utilizada para a fabricação de produtos de cerâmica branca, compreendendo as seguintes operações:

. moagem das matérias-primas (argilas, caulim, quartzo, feldspato, filito) a úmido, em moinho de bolas;
. transferência do material moído para tanques com agitação mecânica, onde são adicionados reagentes químicos para acerto das propriedades da suspensão;
. filtroprensagem;
. secagem das tortas obtidas com a filtroprensagem;
. desagregação e granulação do material seco em galgas;
. armazenamento em silos da composição granulada, para homogeneização da umidade;
. prensagem;
. aplicação do vidrado;
. carregamento dos suportes nas vagonetes;
. secagem em secador-túnel;
. queima em fôrno-túnel (1250ºC – 1300ºC);
. classificação e colagem em folhas de papel ou tela;
. embalagem em caixas de papelão;
. estocagem.

As lajotas, também conhecidas como lajotões coloniais, são fabricadas nas mesmas máquinas e com a mesma massa com que são feitos os tijolos furados, nas indústrias de cerâmica vermelha.

Às vezes, durante a queima das lajotas, pode haver projeção de sal grosso(salga) no interior do forno.

Em contato com a alta temperatura, o sal se decompõem em sódio e cloro. O sódio se deposita na superfície exposta das lajotas, reage com a argila e forma uma camada vítrea impermeável. O cloro, na forma de gás, é liberado para a atmosfera. Esses produtos são chamados lajotas glasuradas ou salgadas.

Sites afins

Pisos Cerâmicos: http://www.telhanorte.com.br
Revestimentos Cerâmicos Para Pisos‎: http://www.aliexpress.com
Divimart Divisórias:

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.

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